(atendemos somente particular)
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As doenças neurogenéticas são condições causadas por alterações genéticas que afetam o sistema nervoso.
Essas alterações podem impactar diferentes áreas do cérebro, do cerebelo, da medula, dos músculos ou dos nervos da criança, causando sintomas que podem surgir desde os primeiros meses de vida ou aparecer ao longo da infância e adolescência.
Os sintomas variam conforme a condição genética e a área neurológica acometida.
Alguns sinais podem aparecer ainda nos primeiros meses de vida, enquanto outros surgem
progressivamente ao longo da infância e da adolescência.
Entre os sintomas mais comuns estão:
Muitas vezes, as famílias percebem primeiro que:
“a criança não está evoluindo como deveria” ou “algo parece diferente”.
E esse olhar da família é importante.
Nem sempre o diagnóstico vem de um único sintoma grave. Em muitos casos, ele começa na observação cuidadosa da rotina, do desenvolvimento e das mudanças no comportamento da criança ao longo do tempo.
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1. Córtex Cerebral (substância cinzenta cortical)
2. Núcleos da Base (transtornos do movimento)
Fenilcetonuria: doença metabólica rara de deficiência na metabolização do aminoácido fenilalanina, caracterizada por atraso no desenvolvimento, odor característico na urina, cor mais clara da pele, cabelos e olhos do que os irmãos, hiperatividade, tremors e atetoase.
3. Substância Branca Cerebral
4. Conexão entre cérebro, medula espinhal e músculos:
Doença de Pelizaeus-Merzbacher: Leucodistrofia hereditária associada a alterações motoras, espasticidade e atraso no desenvolvimento.
5. Músculos:
6. Nervos Periféricos:
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O diagnóstico começa com uma avaliação neurológica detalhada e uma escuta cuidadosa da história da criança e da família.
Cada detalhe importa:
A investigação pode incluir:
O diagnóstico correto é fundamental porque permite:
Hoje, muitas pesquisas envolvendo terapias gênicas e tratamentos personalizados dependem justamente da identificação correta da alteração genética.
Por isso, diagnosticar corretamente não significa apenas dar um nome à condição.
Significa abrir caminhos.
Condições neurogenéticas complexas não podem ser acompanhadas apenas em consultas isoladas.
A criança muda. Os sintomas mudam. As respostas ao tratamento mudam.
E o acompanhamento precisa acompanhar essa realidade.
O tratamento pode envolver:
Na prática, o acompanhamento precisa considerar:
A Dra. Katiane atua com um modelo de acompanhamento estruturado, que integra:
Isso permite decisões mais precisas, tratamentos mais assertivos e maior qualidade de vida para a criança e sua família.

Essa consulta tem um tempo estendido, para que eu possa ouvir atentamente a história clínica, conhecer a criança e a família. O exame físico neurológico é detalhado, são analisados resultados de exames e avaliações anteriores e, se necessário, solicito novos a partir da hipótese diagnóstica, a qual explico à família e tiro dúvidas. Traço então com a família um plano de cuidado, que pode envolver prescrição de medicamentos, terapias multidisciplinares e/ou avaliação de outras especialidades.

Nas consultas de acompanhamento são analisados os resultados da conduta adotada e a evolução da criança no período. Reavalio clinicamente a criança e traço com a família os próximos passos no tratamento. O acompanhamento é o elo da corrente de evolução da criança, a ruptura desse compromete a direção do cuidado do paciente. Por isso, é essencial não faltar, pois ajustes de medicação e orientação de terapias dependem da avaliação em intervalos regulares.
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A jornada de cada paciente é única e inspiradora. Veja algumas histórias reais de transformação e superação.





NEUROPEDIATRA | CRM 52.79967-0 | RQE 57223
Com mais de 15 anos de experiência e tendo atendido mais de 12.000 pacientes, entre crianças e adolescentes de 0 a 17 anos com transtornos neurológicos, Dra. Katiane Souza é referência em Neuropediatria no Rio de Janeiro.
Atuando no Leblon (Rio de Janeiro) e Icaraí (Niterói), já atendeu inúmeros pacientes através de sua abordagem acolhedora, técnica e humanizada.
Cada criança é única, e nosso compromisso é encontrar soluções que transformam vidas.
A maioria das doenças neurogenéticas não tem cura definitiva, mas o tratamento pode amenizar os sintomas e melhorar a qualidade de vida.
Se houver atraso no desenvolvimento, crises epilépticas sem causa aparente, dificuldades motoras progressivas ou histórico familiar de doenças neurológicas, a investigação genética pode ser indicada.
Existem testes mais simples e acessíveis, mas os exames mais completos, como o sequenciamento do exoma, ainda possuem um custo elevado. Em alguns casos, é possível obtê-los via processos judiciais ou programas de pesquisa.
As terapias gênicas são promissoras, mas ainda estão em fase de estudos para muitas condições. Dra. Katiane Souza orienta as famílias sobre possíveis tratamentos inovadores e formas de acesso.